tratamento de Varizes e Celulite

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O QUE É A ESCLEROTERAPIA ou microesclerose?

É uma forma de tratamento conhecida por muitas pessoas como “aplicação”. A técnica é destinada à eliminação de pequenos vasinhos não saudáveis. Durante o procedimento um líquido hiper concentrado e esclerosante é aplicado através de mini agulhas dentro dos vasos. Este líquido possui a capacidade de modificar as células locais e de promover o desaparecimento das telangiectasias.

 

Quando o fluído entra na circulação sanguínea sofre uma diluição. Com isto, grande parte do seu efeito é perdida. A escleroterapia é um método eficaz desde que os vasos acometidos não estejam ligados às veias varicosas. Havendo varizes na região, estas devem ser tratadas com intervenções cirúrgicas. No entanto, é imprescindível o aconselhamento de um bom cirurgião antes da tomada da decisão.

Para que os resultados sejam positivos é preciso realizar mais de uma sessão de escleroterapia. Após o procedimento, o dia pode seguir como de costume. Entrentanto, é preciso seguir à risca as orientações médicas, de forma a evitar transtornos. Somente o profisisonal pode dizer quando voltar a praticar esportes ou a outros afazeres que exijam esforço.

 

 

Quando é indicada

Esta técnica é indicada sempre que houver a presença de microvarizes ou de telangiectasias na região. A escleroterapia não é considerada um tratamento cirúrgico, portanto, ela é de rápida recuperação e pouco invasiva. Através da injeção do fluído no local vai ocorrendo uma melhora do quadro, devido ao efeito de inflamação e constrição.

As microvarizes surgem por causa de uma série de fatores. Alterações hormonais e até mesmo hábitos de vida podem influir neste sentido. Elas acomentem tanto homens quanto mulheres, sendo mais comum em pessoas com idade avançada. O tratamento feito com laser é um pouco mais caro do que o químico. Cada sessão custa, em média, R$ 550,00 com laser e R$ 200,00 com química.

Como é o procedimento

Este método não é cirúrgico, portanto, é pouco invasivo. A escleroterapia pode ser feita em consultórios, através de uma técnica que consiste na injeção de fluídos nas veias. Os vasos que recebem o líquido sofrem da ação esclerosante. Com isto o fluxo sanguíneo fica interrompido.

As veias doentes não precisam existir para que haja circulação, pois o sangue pode escolher um melhor caminho para seguir. O fluído promove uma inflamação no local e então um endurecimento no vaso, levando à obstrução da passagem. A escleroterapia somente será eficaz caso os vasos envolvidos não estejam ligados a veias varicosas. Nestas situações outras medidas devem ser tomadas.

A dor sentida durante a aplicação é pequena. Muitas pessoas nem mesmo sentem algo. A grande maioria dos indivíduos suporta bem o tratamento, além disto, uma técnica de diminuição da temperatura é usada de forma a garantir maior conforto. As sessões podem ser feitas com laser ou com termocoagulação. Somente o profissional capacitado é capaz de indicar a melhor alternativa.

Todo o procedimento deve ser levado a diante por um cirurgião vascular, sendo que este entende bem da circulação e sabe como fazer as aplicações. É importante ter cuidado na escolha do local e do profissional. Procure indicações com que já realiza há um tempo a técnica.

 

Como é o pré-operatório

Não são necessários muitos preparativos antes do início de cada sessão. É preciso estabelecer devidamente as datas das sessões para que uma rotina seja mantida. O número destas variam de acordo com a quantidade de veias e com o estado da pessoa. É, portanto, impossível de se precisar.

Quem conduz a intensidade do tratamento é a expectativa da melhora. Alguns vasos tendem a desaparecer facilmente, já outros podem ser mais persistentes. Uma recidiva é possível de ocorrer, sendo que não deve ser descartada. O intervalo entre as sessões deve ser de, no mínimo, 15 dias. Cada procedimento dura em média 30 minutos e é preciso reservar um tempo a ele.

Antes e depois

As microvarizes podem incomodar bastante. A escleroterapia já vem sendo realizada há um tempo trazendo resultados positivos. De uma forma geral não restam muitos efeitos após cada sessão. É comum sentir um pouco de coceira no dia seguinte.

Pequenos hematomas podem persistir por 15 dias, mas não é nada alarmante. Depois das aplicações pode haver alergias, ulcerações e hiperpigmentações, porém, são efeitos que dificilmente acontecem. Para evitar transtornos e para um bom resultado, procure sempre indicações e clínicas de confiança. Converse com pessoas que já fazem escleroterapia para compreender como funciona e o que esperar após cada procedimento.

 

Como é o pós-operatório

O resultado demora um pouco para aparecer, inclusive, diversas sessões podem ser necessárias para tanto. Normalmente se percebe uma melhora na região após 2 ou 3 semanas de tratamento. É preciso paciência e perseverança.

A escleroterapia pode ser realizada em ambiente de ambulatório ou em consultórios médicos. Desta forma, não é preciso o uso de anestesias. A recuperação é rápida e no mesmo dia a pessoa pode voltar aos hábitos de costume. A manutenção de um leve repouso nas primeiras horas pode ser solicitada.

Após cada sessão é comum restar coceira e uma pequena ardência. Estes efeitos tendem, no entanto, a passar bem rápido. A exposição direta ao sol precisa ser evitada até que os sinais sumam por completo. Fica obrigatório o uso de protetor solar todos os dias. Somente após 2 dois é que o paciente pode considerar voltar a realizar atividades esportivas, assim como depilação e massagens. É preciso consultar o profissional antes da tomada de qualquer decisão deste tipo.

Quando a escleroterapia é feita em veias grandes é necessário fazer uso de meias ou de faixas elásticas na região por um tempo. É o próprio médico quem faz a colocação e o material deve ser usado por um período de 6 horas todos os dias. Antes de deitar para dormir o paciente é orientado a retirar. Este procedimento tem se demonstrado bastante eficiente no combate a microvarizes. Muitas pessoas vem realizando e saindo satisfeitas dos consultórios. Para quem possui este tipo de problema é, portanto, uma boa alternativa. Além de ser algo que exige pouco tempo de preparo não requer cuidados pós-operatórios, por se tratar de uma técnica pouco invasiva.

 

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